As Igrejas protestantes de todo o mundo celebram durante este ano o 5.º centenário da afixação das 95 teses de Martinho Lutero nas portas da Igreja de Wittenberg. A propósito dessa celebração, Andrew Pettegree, Professor de História Moderna na Universidade de St. Andrews e autor de vários títulos sobre a Reforma e a história da comunicação, publicou há cecra de dois anos um interessantíssimo estudo sobre a Reforma e a tipografia móvel, mais concretamente sobre o contributo que Martinho Lutero deu para impulsionar um negócio e uma arte com então cerca de 70 anos e, ao invés, o importantíssimo papel que a imprensa móvel teve na divulgação da sua teologia, sem a qual, muito provavelmente, a Reforma não seria possível.

Em Wittenberg, lugar onde Lutero se fixou, não haviauma única tipografia até 1502; o próprio monge, no momento em que apresenta as suas 95 teses, nunca havia publicado um livro, ainda assim, 5 anos depois de as ter afixado, tornou-se no autor mais publicado de sempre.

É esta parte da história da Reforma que não é contada muitas vezes o objecto deste trabalho e que se recomenda a todos quantos se interessam pelos primeiros séculos da história da tipografia.

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